Yamaha e Hero criam joint venture para fabricação de motores para bicicletas elétricas

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A Yamaha Motor anunciou que assinou um acordo com a Hero Motors Limited – que é proprietária da Hero Cycles, a maior fabricante de bicicletas da Índia – para estabelecer uma empresa de joint venture para a fabricação de motores montados em cubos traseiros para bicicletas elétricas (e-Bikes).

A joint venture está programada para ser estabelecida no final de novembro deste ano, com a Yamaha Motor detendo uma participação de 10% e a Hero Motors detendo os 90% restantes.

Hoje, a Europa é o maior mercado para e-Bikes e cerca de metade das ofertas do mercado usam unidades de acionamento montadas em cubos que alojam o motor elétrico no centro da roda traseira.

Como o mercado global de e-Bikes continua a crescer, a Yamaha espera que a proeminência dessas unidades de acionamento montadas no cubo cresça de acordo e assinou o acordo para estabelecer essa joint venture com isso em mente.

A Yamaha oferece atualmente unidades proprietárias de montagem central, que são colocadas no meio do chassi da bicicleta perto dos pedais. Ao adicionar unidades de acionamento montadas em cubos fabricadas por meio desta joint venture ao seu portfólio, a Yamaha busca aumentar a força geral e as capacidades de seu negócio e-Bike e, assim, garantir o crescimento futuro dos negócios.

Novo Resumo da Empresa

Nome da empresa: Atualmente indeciso

Local: Ludhiana, Punjab, Índia

Estabelecido (planejado): final de novembro de 2021

Capital (no momento do estabelecimento): 220 milhões de rúpias indianas (aproximadamente 328 milhões de ienes)

Negócio: Fabricação de unidades de propulsão montadas em cubos para bicicletas elétricas

Venda de bicicletas elétricas cresce no Brasil

A venda de bicicleta elétrica no Brasil registrou um crescimento de 24,5% nos primeiros oito meses de 2021, comparando com o mesmo período do ano passado, de acordo com o site Aliança Bike, da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas.

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De acordo com a entidade, foram 26.671 bicicletas elétricas produzidas e importadas de janeiro a agosto de 2021, o que representa um volume 24,5% superior ao mesmo período de 2020.

Apesar do forte crescimento registrado, os números do setor poderiam ser ainda melhores, já que a alíquota de IPI sobre o modelo é de 35%, enquanto que a bicicleta convencional paga 10%.

Considerando os custos de produção, importação, alta do dólar e impostos, de acordo com a associação, o preço médio de uma bicicleta elétrica no Brasil é de R$ 5.900,00 (dados de 2020).

fotos: divulgação

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